É verdade que o maior ser vivo do planeta é um Fungo?

terça-feira, 10 de maio de 2011
Muita gente acredita que o maior ser vivo do mundo é a baleia azul. Mas, não passa de um equívoco. Na verdade, o maior organismo vivo do planeta é um fungo! Isso mesmo, confira essa espetacular informação.
O nome do fungo gigante é Armillaria ostoyae, conhecido popularmente como cogumelo de mel, foi encontrado em novembro de 2000 sob o solo da Floresta Nacional de Malheur, no leste do estado chuvoso de Oregon, nos Estados Unidos, e foi então apontado pela ciência como o maior organismo já encontrado no planeta.
É incrível, mas através de estudos de DNA e índices de taxa de crescimento, os cientistas descobriram que este “grandão” cobre uma área de quase 9 km2, equivalente a aproximadamente 1.600 campos de futebol. Enquanto uma estimativa precisa ainda não se confirme, acredita-se que a massa total da colônia pode chegar a 605 toneladas. E embora alguns estudiosos afirmem que este organismo pode ter 2.400 anos de idade, pesquisas recentes com base no genoma do fungo, estima-se que ele pode ter 8 mil anos de idade.
O fungo nasceu como uma partícula minúscula impossível de ser vista a olho nu, vem estendendo seus filamentos, os rizomorfos, entre as raízes das árvores. Ele se manifesta na forma de pequenos cogumelos de aparência inocente, mas sob o solo fixa-se nas raízes das árvores da floresta, roubando-lhes água, nutrientes, provocando putrefação e morte das mesmas. Embora existam espécies de árvores que resistam a este fungo, a taxa de crescimento fica comprometida. Assim, abre caminho para outros vegetais florescerem no lugar.
                                        

Saiba como a cárie se forma

A cárie tem início quando a bactéria se fixa sobre a superfície que protege o dente, camada conhecida como esmalte, formado por proteínas e minerais de cálcio e fosfato. Ela usa o açúcar que fica na nossa saliva para se nutrir, crescer e com o crescimento, se formam as placas dentárias. Na reação química do metabolismo da bactéria com o açúcar, ocorre a produção de ácido lático. Esse ácido aumenta a acidez na superfície do dente, levando à desmineralização (enfraquecimento) do esmalte, e à formação de pequenas cavidades que são invadidas pelas bactérias.
Invadindo os furinhos, o processo continua até chegar na dentina e a polpa do dente, de onde a bactéria pode atingir a corrente sanguínea e provocar graves infecções em outras partes do corpo. Com o passar do tempo, todo o dente é destruído. Como a formação da placa dentária e a produção de ácido que provocam a cárie são dependentes da ingestão de açúcar. Por isso, quanto mais açúcar você ingerir, mais alimento as bactérias terão!
Quando vamos ao dentista por causa de uma cárie, ele remove toda região atacada pela bactéria, coloca uma substância selante e preenche o buraco com uma massinha que endurece e fica com consistência parecida com o esmalte do dente. Apenas seu dentista pode dizer com certeza se você tem uma cárie, pois elas se desenvolvem embaixo da superfície do dente, onde você não pode vê-las.
                                          
Quando não cuidamos da cárie enquanto é cedo ela pode causar infecções que podem chegar à essas dimensões!
                                               

Por que o Leite é branco?

O leite é na verdade uma emulsão, ou seja, é uma “mistura” de substâncias imiscíveis. O que dá a cor branca ao leite é sem dúvida, a complexa estrutura físico-química que ele apresenta. Pode parecer estranho, mas a solução formada por proteínas dispersas e uma mistura de gordura em uma solução de lactose, formando uma emulsão, sais minerais e proteínas do soro refletem um o comprimento de onda da cor branca. Sabemos que o branco é uma mistura de cores com comprimentos de onda específicos. Assim, as misturas do leite desviam a luz incidente em todas as direções, nos dando a sensação visual da cor branca do leite.
A estrutura do leite é formada durante um processo de síntese do leite na glândula mamária dos mamíferos, a partir do sangue. Muitos processos podem modificar as características básicas do leite, como por exemplo, a pasteurização. Por isso, para pasteurizar o leite é preciso que o processo seja feito em ambiente fechado para que não se alterem a cor, odor e sabor. O processo nada mais é do que passar o leite por um aquecimento a uma determinada temperatura, e por determinado tempo, de forma a destruir enzimas como a protease, amilase, lactase, lipase, fosfatase, aldolase e os microorganismos patogênicos encontrados no leite. Posteriormente estes produtos são selados hermeticamente por questões de segurança, evitando assim uma nova contaminação.


                                        

É verdade que os animais enxergam em preto e branco?

Percepção das cores depende dos tipos de pigmentos na retina. Nos seres humanos e nos outros primatas, há três pigmentos (o verde, o azul e o vermelho) eles permitem a visão do vermelho ao violeta. Muitos insetos, aves, répteis e peixes têm um pigmento extra, para a luz ultravioleta, e por isso enxergam coisas para nós invisíveis. Isso é fantástico, não é?
Os mamíferos como gatos e cachorros são daltônicos, porque possuem só dois pigmentos: o verde e o azul. O mundo para eles, portanto, é menos colorido. Esses bichos estão adaptados para a vida noturna, que exige mais atenção às formas do que aos tons.
Os únicos bichos que enxergam em preto e branco são os que possuem um único pigmento, como os peixes abissais, que vivem em locais de baixíssima iluminação, onde não há cores para serem vistas. Um extremo oposto acontece com um camarão com 12 tipos de pigmentos. Imagino que os cientistas não conseguem nem imaginar como é a visão desse animal, mas ela deve ser fantástica!
                                           

Por que quando acordamos temos mau hálito?

O mau hálito (bafo) é chamado pelos médicos de HALITOSE. Normalmente, é causado pela ação de centenas de tipos de bactérias que vivem na nossa boca se alimentando dos restos do alimento. Elas podem produzir gases como resultado da ação metabólica.
É culpa das bactérias também, a Xerostomia, uma secura da boca em consequencia da concentração das bactérias da saliva, o que faz com que ela evapore mais rápido do que o normal, produzindo o mau hálito forte na parte da manhã ou então após um cochilo. Durante uma boa noite de sono, chegamos a ficar mais de 10 horas em jejum. Neste tempo, nosso corpo precisa produzir energia e em períodos de jejum há pouca glicose disponível como combustível, claro! Nosso organismo então passa a queimar gorduras para produzir energia. Todo esse processo leva a produção de corpos cetônicos, substâncias com odor forte que são eliminadas pelos pulmões. É fácil perceber que toda vez que estamos com muita fome ou em longos períodos de jejum, ficamos com mau hálito. Para curar o bafo é só comer!
A secura da boca é um aliada ao bafo pois, a saliva é um anti-séptico bucal natural que possui substâncias antibacterianas e ajuda no enxague da orofaringe, diminuindo os resíduos de bactérias e alimentos. Quanto mais ressecada for a boca, pior é o hálito.  Assim, enquanto dormimos, não ocorre tanta liberação de saliva, então, a xerostomia é facilitada.
O mau hálito também pode ser resultado má higiene bucal e de doenças, como cáries, infecção de garganta entre outras. Aqui, discutimos apenas o bafo depois de uma noite de sono!

                                   

Sabe aquele inseto verdinho que chamamos de Maria-Fedida? Por que eles fedem tanto?

Eles realmente são bem fedidos e com isso conseguem o querem: se livrar do perigo. Já reparou que assim que você toca ou simplesmente percebe a presença dele logo vem aquele cheiro horrível? Este cheiro ruim, nada mais é do que o mecanismo de defesa destes insetos que sempre exalam um odor desagradável quando se sentem ameaçados.
A maria-fedida (ou “Stink Bug”, em inglês) é apenas o nome popular dos percevejos (ordem hemíptera a mesma ordem dos barbeiros). São da família Pentatomidae que possuem glândulas especializadas no tórax ou no abdômen que produzem um líquido com aquele odor fétido de hidrocarbonetos. Estas substâncias químicas acumulam em um pequeno reservatório ligado às glândulas e são liberados na superfície do corpo somente quando necessário. Tanto os adultos, quanto as ninfas mais desenvolvidas possuem este mecanismo.
Essa defesa é bem interessante, pois uma vez liberado, o odor permanece sobre tudo que o percevejo toca. Para a maioria dos predadores, o gosto é tão ruim quanto o cheiro e os pássaros, por exemplo, costumam cuspir logo após mordê-los.

Como se forma o chulé no pé

Para início de conversa o nome verdadeiro não é chulé, e sim BROMIDROSE. O chulé é uma espécie de “pum” (gases) emitido por bactérias que se alojam nos nossos pés.
Essas bactérias se alimentam de pedacinhos de pele morta e do suor acumulados no pé, depois elas eliminam compostos químicos como ácido isovalérico e metanotiol, que causam o fedor característico. O cheirinho de queijo do chulé não é mera coincidência: bactérias que atacam alguns tipos de queijos também liberam o gás metanotiol. O ambiente quente, úmido e escuro que envolve os pés de quem usa calçado fechado é ideal para a ação e proliferação de microorganismos nocivos, como fungos e bactérias.
E isso vale para a maioria das doenças que se manifestam nos pés. Portanto, para prevenir o chulé, os melhores meios são: secar bem os pés depois do banho, revezar o uso de tênis e sapatos, calçar meias de algodão, manter o interior dos calçados limpos e andar com os pés ventilados. Além de evitar o chulé esses cuidados podem evitar outras enfermidades nojentas.